Em todo o contexto de conexão e rede, apesar das chamadas via WhatsApp e o uso de áudios em apps de mensagem instantânea dominarem nosso dia-a-dia, as velhas e boas ligações telefônicas tradicionais ainda fazem parte do cotidiano dos brasileiros.

Mas fazer ligações, especialmente interurbanas e interestaduais, pode não ser tão simples como deveria. A quantidade de códigos que precisam ser inseridos para cada tipo de operação e dependendo de cada operadora pode causar confusão e estresse.

A maioria das operadoras exige o uso do Prefixo Nacional (0) e o Código de Seleção de Prestadora (CSP), popularmente conhecido como o código da operadora de telefonia utilizada, como é o caso da TIM (código 41), Vivo (código 15) e Claro (21), por exemplo.

Na Fluke todas as ligações são feitas de forma direta, sem o uso de CSP, o que facilita bastante na hora de discar.

homem de roupa social e mochila segurando um smartphone na mão
A forma de ligar muda de uma operadora para outra

Como fazer ligações locais

Ligações locais são aquelas feitas dentro da mesma cidade para números com o mesmo DDD (Discagem Direta à Distância).

Então para ligar de um número com DDD 31 para outro número de DDD 31 é utilizada a ligação local.

Esse tipo de ligação é a mais simples e direta, bastando digitar no aparelho o número desejado, sem códigos (nem mesmo o prefixo nacional é necessário, mas caso utilize também funciona).

Um exemplo de ligação local seria discar diretamente para 99449-4994 (o prefixo 9 já é padronizado em todo território brasileiro desde 2012).

Esse é o padrão para ligações locais em todas as operadoras do Brasil, no entanto, em muitos casos, os chips de operadoras que possuem o uso obrigatório do CSP já são programados para salvar os contatos no aparelho com esse código como prefixo.

Por isso, se você pretende ou realizou uma portabilidade recentemente, atente-se à sua agenda para garantir que não há nenhum prefixo em seus contatos, isso pode atrapalhar suas ligações futuras.

moça jovem em pé em frente a prédio falando ao telefone
Na Fluke, você não precisa digitar o CSP para fazer ligações interestaduais

Como fazer ligações interurbanas e interestaduais

Ligações interurbanas e interestaduais são basicamente a mesma coisa. Ambas são ligações que incluem um DDD de destino diferente do de origem.

Popularmente consideramos interurbano chamadas dentro do mesmo estado com DDD diferente, por exemplo, ligar do DDD 31 para o 32 (ambos de Minas Gerais). E, interestadual quando ligamos para outro estado, por exemplo, ligar do DDD 31 (Minas Gerais) para o DDD 11 (São Paulo).

Para a telecomunicação no geral esses dois tipos são diferentes, sendo o primeiro considerado uma ligação de longa distância do tipo VC2 e o segundo uma ligação de longa distância do tipo VC3.

A título de curiosidade, as ligações locais são do tipo VC1 e a sigla “VC” indica Valor de Comunicação, e como o próprio nome sugere, é um valor pago pela ligação.

Assim, as ligações VC1, VC2 e VC3 diferenciam-se com relação à distância da origem e destino da chamada. Por isso, cada uma delas terá uma cobrança e valor diferente, dependendo das condições de contratos de cada operadora.

As ligações interurbanas (VC2) e interestaduais (VC3) são realizadas da mesma forma. Por padrão, nas demais operadoras é necessário digitar o Prefixo Nacional (0) + o código da operadora (CSP) + o DDD de destino + o número de telefone.

Já na Fluke, esse tipo de ligação é muito mais prática e intuitiva, sendo necessário apenas o Prefixo Nacional (0) + o DDD + número.

Pra ficar mais claro, aqui um exemplo:

  • Como seria uma chamada interurbana/interestadual em outras operadoras: 015 (32) 994494994
  • Como seria uma chamada interurbana/interestadual na Fluke: 0(32)994494994

Na Fluke, queremos facilitar ao máximo sua experiência com telefonia móvel! Por isso, até as ligações são mais descomplicadas. É a comodidade que você sempre quis :) Acesse nosso site e peça já o seu chip!